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Formas de tratamento

Terapêutica com medicamentos

Existem medicamentos para ajudar a tratar a obesidade. Os medicamentos actualmente disponíveis no nosso país, oficialmente aprovados para o tratamento da obesidade e de prescrição médica obrigatória, podem dividir-se em dois grandes grupos:
• Acção periférica – sobre o sistema digestivo
• Acção central – sobre o sistema nervoso central
A terapêutica com medicamentos é parte de um plano de acções para o controlo de peso, que inclui modificações a nível comportamental, dos hábitos alimentares e da actividade física. As metas deste tipo de tratamento são a redução dos factores de risco para doenças associadas, como a hipertensão arterial e a diabetes, assim como a redução da gordura e do peso corporais.

A medicação isolada não é solução. Ela tem de ser combinada com um plano alimentar adequado e com a prática regular de actividade física, estipulados pelo seu médico ou nutricionista.

Actividade física

Com a actividade física, além de se aumentar o gasto energético diário, aumenta-se a massa magra, o que vai levar a um acréscimo no metabolismo basal, a longo prazo. Além disso, tem inúmeras vantagens para a saúde e melhora muitas das comorbilidades frequentemente associadas à obesidade. A actividade física regular deve ser entendida como fundamental para toda a saúde e não só para a questão do excesso de peso. Em relação a este último, ela é muito importante, quer para a sua prevenção, quer para auxiliar à sua redução, quer para possibilitar que o emagrecimento se mantenha para sempre.
Alimentação adequada e actividade física regular não se dispensam uma à outra, porque actuam por mecanismos diferentes, embora o exercício regular possibilite uma restrição alimentar mais ligeira. O exercício tanto ajuda a emagrecer durante a sua prática, como nas horas que se lhe seguem, ou seja, um indivíduo regularmente activo consome mais calorias em repouso do que se fosse sedentário. A actividade física mobiliza mais gordura intra-abdominal do que a dieta e sabe-se que essa é a parte da gordura mais ameaçadora e nociva para a saúde e que está na base da maioria das complicações do aumento da gordura corporal, como sejam o aumento da pressão arterial, dos lípidos, da resistência à insulina e diabetes, do risco de acidentes cardiovasculares, etc. Em resumo, é impensável emagrecer BEM sem ter uma vida fisicamente activa.

Terapêutica alimentar


O tratamento para perder peso passa pela realização de um Plano Alimentar adequado a cada caso. Este Plano é hipocalórico, quer dizer, fornece menos calorias do que aquelas que precisamos para o dia-a-dia. Só desta forma, a energia que está armazenada na gordura corporal irá ser utilizada, e assim emagrecemos. O Plano Alimentar seguido durante o tempo necessário estipulado pelo médico ou nutricionista não deve ser demasiado restrito, com o risco de se perderem, para além da gordura, quantidades importantes de músculos.

Emagrecer muito rapidamente acarreta riscos importantes para a saúde.

Um Plano Alimentar certo deve ser equilibrado do ponto de vista calórico. Exemplificando: 30% da energia deve vir das gorduras, 55% dos hidratos de carbono e 15% das proteínas. Daqui se conclui que os alimentos ricos em hidratos de carbono, os chamados "farináceos", não podem ser postos de lado, num tratamento para emagrecer! Por outro lado, as quantidades de gordura devem ser reduzidas. O Plano Alimentar deve ser suficiente noutros nutrientes nomeadamente, vitaminas, minerais, água, fibras. As refeições devem ser repartidas ao longo do dia e devem evitar-se dois extremos: por um lado, fazer apenas uma ou duas "super refeições", hipercalóricas, deixando o organismo horas sem alimento; por outro lado, passar o dia a "petiscar" pequenas quantidades de alimento, sem nunca chegar a fazer uma verdadeira refeição. A acompanhar este plano alimentar pode tomar ainda um suplemento alimentar 100% natural.

Deixar o organismo horas sem comer e “vingar-se” em uma ou duas refeições diárias ou passar o dia a “petiscar” sem fazer verdadeiras refeições são situações que facilitam o aumento de peso.
O mais indicado é fazer três refeições principais (pequeno-almoço, almoço e jantar) e mais duas ou três pequenas refeições. Se após o jantar o exercício for quase nulo (por exemplo, deitar-se ou ficar sentado no sofá) é desejável que a refeição seja um pouco menos abundante que o almoço.




Modificação do estilo de vida

A intervenção correcta consiste em conseguir, de forma gradual e progressiva, que as alterações aconselhadas à pessoa com excesso de peso ou obesidade sejam por ela adquiridas como algo a manter para toda a vida. Deverá insistir-se em que, para manter o peso que se obtém depois de se ter emagrecido (que é a tarefa mais difícil), devem manter-se os novos hábitos adquiridos. Alguns conselhos:

  • Beber no mínimo 1.5 litros de água por dia, sobretudo fora das refeições
  • Tomar sempre um pequeno-almoço completo
  • Fazer pelo menos 5-6 refeições por dia. É muito importante fazer uma pequena refeição a meio da manhã e a meio da tarde
  • Não petiscar entre as refeições
  • Substituir o leite gordo por leite desnatado, o iogurte normal por iogurte desnatado sem açúcar e o pão branco por pão e mistura, centeio ou integral (completo)
  • Evitar os alimentos fritos, molhos e folhados
  • Seguir um horário o mais regular possível para as refeições
  • Pesar-se pelo menos uma vez por semana, à mesma hora e na mesma balança, com roupa leve
  • Caminhar uma hora todos os dias
  • Tome um Suplemento Alimentar 100% natural para eliminar as gorduras

Para se conseguir um resultado satisfatório aconselha-se um planeamento integrado do tratamento da obesidade ou excesso de peso, no qual devem coincidir três acções indispensáveis:

  • Reduzir a ingestão de alimentos ricos em gordura e hipercalóricos mediante dieta adequada.
  • Aumentar o gasto energético promovendo a manutenção ou aumento do exercício físico regular.
  • Estabelecer um programa de tratamento e apoio que permita a reeducação do estilo de vida.